sexta-feira, 13 de março de 2009

Após passar rasteira em diretora, adolescente é expulso de escola em São Paulo

Após passar uma rasteira na diretora da escola, de 46 anos, um adolescente de 15 anos foi expulso da unidade, que fica na zona norte de São Paulo.

Na terça-feira (10), o aluno, que estudava na 8ª série do ensino fundamental na escola estadual João Vieira de Almeida, não acatou ao pedido da diretora para sair da sala de aula, devido ao mau comportamento. Ela chegou a chamar o inspetor de alunos, mas nada adiantou. Durante as negociações para que o garoto saísse da sala, ele deu uma rasteira na diretora

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher caiu no chão e chegou a machucar as costas e o braço. Ela foi atendida em um pronto-socorro e passa bem.

O boletim foi registrado no 19º DP (Vila Maria). Ao relatar o episódio aos policiais, a diretora da escola ainda disse que o ex-aluno apresentava problemas no comportamento desde o início do ano.

O garoto foi expulso da escola, segundo a Secretaria Estadual de Educação. Ele foi encaminhado para uma unidade da rede municipal de ensino.

Gente, soube que em uma escola proxima (aqui em Itaquá), uma professora foi acusada de unhar a aluna depois que não deixou que a mesma entrasse atrasada na sala.

Semana passada, uma aluna que tentou entrar atrasada (tava no patio enrolando), por ter sido impedida (justamente) de entrar na sala, se unhou toda e foi a secretaria alegar que fora a professora e, mesmo com a sala inteira dizendo que era mentira, esta "pessoa" abriu um BO contra a professora e somente desmentiu o episódio quando viu que a coisa estava mais do que seria e inclusive, ja havia feito corpo delito e, claro, a perícia brasileira não percebeu que os movimentos foram de baixo para cima, o contrario do que normalmente aconteceria se uma outra pessoa o tivesse feito.

Ja atendi vários episódios nos meus plantões da Apeoesp e em casa, porque as pessoas ja ligam mesmo pra mim, de professoras que levaram carteiradas, cadeiradas, tiveram braços e dedos quebrados, etc. Também me recordo de um atendimento onde uma funcionária temporária da escola teve 3 dedos quebrados porque mandou o aluno sair do banheiro, e claro, a diretora mandou não abrir ocorrência. No caso desta escola, veio a tona porque a vítima foi uma diretora, mas normalmente as diretoras fazem a cabeça das vitimas para que estas "deixem pra lá" e não abram ocorrência, o que é um erro grandioso pois assim, quando vamos (o sindicato) reclamar à Secretaria, esta alega que não há dados sobre estas violências.

Onde vamos pararrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr?

Um comentário:

Silvia - Cinderela Pedagoga disse...

Oi Andréa!! Nossa, quantas novidades! Esses dias foram um pouco corridos e nem deu pra vir..Mas está tudo maravilhoso e aconchegante aqui, como sempre! Estamos comemorando 140 mil visitas lá no nosso cantinho, aproveito pra te oferecer nosso selo comemorativo. Beijos!!