segunda-feira, 29 de junho de 2009

leituras


Geração "nem-nem": nem estuda nem trabalha

Do El País
Os jovens enfrentam hoje o risco de um nível de vida pior que o de seus pais - 54% não têm projetos nem entusiasmo

Tão preparados e satisfeitos com suas vidas, e tão vulneráveis e perdidos, nossos jovens se sentem presas fáceis da devastação do mundo do trabalho, mas não conseguem vislumbrar uma saída, nem combater esse estado de coisas.

O dado apareceu há pouco tempo, sem alarde, entre os resultados da última pesquisa da Metroscopia: 54% dos espanhóis entre os 18 e 34 anos dizem não ter nenhum projeto pelo qual se sintam especialmente interessados ou entusiasmados. Surgiu uma geração apática, desvitalizada, indolente, embalada no conforto familiar?

Os sociólogos detectam a aparição de um modelo de atitude adolescente e
juvenil: a dos nem-nem, caracterizada por uma rejeição simultânea ao estudo e ao trabalho.

"Esse comportamento emergente é sintomático, já que até agora era subentendido que se a pessoa não queria estudar, deveria trabalhar. Me pergunto que projeto de futuro pode haver por trás dessa postura?", diz Elena Rodriguez, socióloga do Instituto da Juventude (Injuve).

A crise veio a acentuar a incerteza no seio de uma geração que cresceu em um âmbito familiar de melhora continuada do nível de vida e que foi confrontada com a deterioração das condições de trabalho:

precariedade, subemprego, mileurismo [aqueles que vivem com renda de mil euros], falta de valorização à formação. As vantagens de ser jovem numa sociedade mais rica e tecnológica, mais democrática e tolerante, contrastam com as dificuldades crescentes para se emancipar e desenvolver um projeto vital de futuro.

E agora como nunca, em séculos, ficou tão patente o risco de que a qualidade de vida dos filhos da classe média seja inferior à dos pais.

Esse temor começou a crescer, precisamente, entre a geração que de forma mais preocupante, sempre acima de 80%, declara se sentir satisfeita com sua vida. O vírus do desânimo está minando a natureza vitalista e combativa dos jovens, ainda que encontremos provas fidedignas individuais e coletivas de seu consubstancial espírito de superação.

Eis aqui uma mostra de resistência à adversidade externa, junto à prova de como o discurso consumista resultou numa armadilha para tantos jovens audazes que acreditaram no maná do crédito e no crescimento econômico sem fim.

"Não podemos fazer frente às hipotecas", resume Luis Doña, de 26 anos, pai de uma menina de 15 meses, presidente da Associação de Defesa dos Hipotecados, que pretende renegociar a dívida contraída com os bancos e reclamar a ajuda do goveno.

Levados pelo entusiasmo de haver encontrado um emprego estável, como vendedor de uma multinacional, ele e sua companheira adquiriram há quatro anos um crédito hipotecário de 180 mil euros a pagar em 30 anos para comprar um apartamento.

"Tínhamos que pagar 800 euros por mês, mas estávamos pagando 600 de aluguel. Há um ano, de repente, ficamos os dois sem trabalho e o seguro desemprego já esgotou. Conseguimos que o banco nos cobre apenas os juros da dívida, mas são 560 euros por mês e não temos isso, porque não recebemos nada. Desmoralizados? O que estamos é desesperados e isso que nosso caso não é tão dramático como o de outras famílias que foram despejadas, tiveram que se refugiar na casa da mãe ou da sogra."

Eduardo Bericat, professor de Sociologia da Universidade de Sevilla, acredita que a falta de ilusão deve ser interpretada, não tanto pelos efeitos da crise, mas pela mudança cultural produzida anteriormente.

"O modelo de vocação profissional que implicava um projeto de vida futuro e um destino final conhecido, com seus esforços e compensações, desapareceu. Agora, a incerteza se impõe no trabalho e no casal e não está claro que a dedicação, o compromisso, o estudo, o título, terão sua correspondente compensação social e trabalhista", afirma.

Se a pergunta clássica de nossos pais e avós: "E você, o que vai ser?"
perde fundamento, é mais compreensível que os esforços juvenis respondam, mais do que à ilusão de um projeto próprio, ao risco de ficar descartado. "Se não estudo, se não faço esse mestrado..."

Segundo o informe Eurydice, da União Europeia, só 40% dos universitários espanhóis têm um trabalho de acordo com seus estudos.

Para os jovens não é emocionalmente rentável se comprometer com um projeto de vida definido porque pensam que estariam submetidos a vai-vens contínuos e que dificilmente chegariam a um lugar seguro.

"Aplicam a estratégia de flexibilizar os desejos e de reduzir compromissos; nada de esforços exorbitantes quando o benefício não é seguro. Como o risco de frustração é grande, preferem não descartar nada e definirem-se pouco", explica Eduardo Bericat.

A isso, deve-se somar um acusado pragmatismo - nossos filhos são pouco idealistas -, e o que os especialistas chamam de "presentismo", a reforçada predisposição a aproveitar o momento, "aqui e agora", em qualquer âmbito da vida cotidiana.

De acordo com os estudiosos, essa atitude responde tanto à sensação subjetiva de falta de perspectivas, como ao fato de que o alargamento da etapa juvenil convida a não desperdiçar "os melhores anos da vida" e a combinar o desfrute hedonista com o investimento em formação.

Apesar da falta de dados sobre o alcance da "síndrome nem-nem", o professor de sociologia de Sevilla explica que o pacto implícito entre o Estado, a família e os jovens, pacto que compromete o primeiro a financiar a educação e a segunda a se encarregar da manutenção, alojamento e ócio, faz alguns jovens acreditarem que nas atuais circunstâncias podem retardar a tomada de responsabilidade.

"Desenvolvem uma atitude niilista porque não se exige que estejam motivados, nem que assumam responsabilidades e há redes e guarda-chuvas sociais. Nas convocatórias para cobrir as vagas de bolsistas, encontro com aspirantes de trinta e tantos e até quarenta anos, e o curioso é que esses bolsistas se comportam como bolsistas. É a profecia autocumprida. Se os chamam de bolsistas e os pagam como tal, acabam se transformando em bolsistas. O que me preocupa é a infantilização da juventude", enfatiza.

"Os jovens de agora não são capazes de arriscar, são conservadores", constata Elena Rodríguez.

A tardia emancipação juvenil espanhola (bem acima dos 30 anos em média) é, sobretudo, fruto da instabilidade e precariedade do mercado de trabalho ou consequência desse suposto conservadorismo? Ainda que a diversidade e pluralidade da juventude aconselhe fugir das visões unívocas, não se pode perder de vista que eles não tiveram que vencer os obstáculos das gerações precedentes.

"Olhamos com descrédito a vida que a sociedade nos oferece. Nossos pais trabalharam muito e se endividaram pela vida toda, mas tampouco os vimos muito felizes. Não é isso o que queremos. Nós temos pouca pressa para nos tornarmos maiores", explica Letizia Tierra, voluntária de uma ONG.

Em geral, as pessoas que trabalham em associações de ajuda juvenil tendem a ter crenças divididas, umas acreditam no copo meio cheio, outras no copo meio vazio.

"No Cimo (Centro de Iniciativas da Juventude) vemos apatia e falta de ilusão generalizada. Muitos dos 200 mil novos universitários formados a cada ano enfrentam com pessimismo a busca de emprego. Sabem que há uma grande porcentagem de vagas para caixas, repositores, armazenistas, balconistas, etc ocupados por diplomados ou licenciados", afirma Yolanda Rivero, diretora dessa associação que atende mais de 600 jovens por dia.

Contudo, descobre também muitos jovens capazes de se adaptar e assumir desafios e riscos. "A geração de jovens super qualificados tem a vantagem de sua formação melhor. Em vista desse panorama, continuam se formando, viajam, trabalham de garçom se for preciso, para pagar um mestrado e aproveitam suas oportunidades, ainda que, isso sim, na casa do pai e da mãe até os 35 anos, pelo menos."

O professor de Psicologia Social Federico Javaloy, autor do estudo e enquete de 2007 "Bem-estar e felicidade da juventude espanhola", acredita que nossos jovens não são apáticos e desiludidos, ainda que o estejam, por contágio ambiental.

"O que acontece é que eles rejeitaram o menu de trabalho que oferecemos. O erro é nosso, de nossa educação e nossos meios de comunicação", sustenta. Ainda que as ONG canalizem na Espanha as inquietudes que os partidos políticos são incapazes de acolher, tampouco pode-se dizer que a participação juvenil nesse campo seja extraordinária".

Cerca de menos de 10% dos jovens participa de algum tipo de associação, na maioria desportiva, mas a porcentagem dos que participam de ONGs não chega, com certeza, a 1%", indica o professor de sociologia da Uned, José Felix Tezanos.

Autor do estudo "Juventude e exclusão social", Tezanos detecta entre os jovens uma atmosfera depressiva, um processo de dissociação individualista, condensado na expressão "só sou parte de mim mesmo", e o enfraquecimento da família. "Está acontecendo uma grande quebra cultural.

Os componentes identitários dos jovens não são as ideias, o trabalho, a classe social, a religião ou a família, mas sim os gostos ou interesses e o pertencimento à mesma geração e ao mesmo gênero; ou
seja: elementos microespaciais, fracos e efêmeros", diz.

O sociólogo da Uned se pergunta até quando o colchão familiar aguentará e o que acontecerá quando os pais que têm seus filhos vivendo em casa se aposentem.

A seu ver, o previsível declínio da classe média, a falta de trabalhos qualificados - "o bedel da minha faculdade é engenheiro", diz ele -, a grande quantidade de bolsas, a baixa natalidade e a defasagem no gasto social em relação à Europa estão criando uma atmosfera inflamável que abre a possibilidade de estouros similares aos da Grécia ou França.

"Podemos assistir ao primeiro processo massivo de descida social desde os tempos da Revolução Francesa", prevê.

Mais apocalíptico se manifesta Alain Touraine no prólogo do livro de José Félix Tezanos. "Nossa sociedade não tem muita confiança no futuro uma vez que exclui aqueles que representam o futuro" (?) "Pensa-se que os jovens vão viver pior que seus pais", escreve o intelectual francês.

E acrescenta: "Avançamos para uma sociedade de estrangeiros em nossa própria sociedade" (?) "Se há uma tendência forte, é que teremos um mundo de escravos livres, por um lado, e um mundo de tecnocratas, por outro" (?) "Os jovens têm que trabalhar de maneira tão competitiva, que acabam se desgastando (?) Não estão só desorientados, é que, na verdade, não há pistas, não há caminho, não há direita, esquerda, à frente, atrás".

Ninguém parece saber, de fato, o que substituirá a velha equação de formação-trabalho-situação estável, se, como apregoam esses sociólogos, a educação na cultura do esforço chega a seu fim e grande parte dos empregos apenas darão para sobreviver.

Ainda que estejamos diante de uma geração pragmática que não sonhou em mudar o mundo, muitos estudiosos acreditam que a juventude não permitirá, sem luta, o desaparecimento da classe média.

"O mundo que iluminou o Iluminismo, a Revolução francesa e a Revolução industrial está esgotado. A superprodução e a superabundância material em estruturas de grande desigualdade social carecem de sentido, é preciso repensar muitas coisas, construir outra sociedade", afirma Eduardo Bericat.

As dinâmicas encaminhadas a estabelecer novas formas de relações pessoais, a busca de uma maior solidariedade e espiritualidade, mas além dos partidos e religiões convencionais, as tentativas de combater a crise e de conciliar trabalho e família, o ecologismo e até o niilismo denotam, a seu juízo, que algo se move nos sentimentos mais íntimos dessa geração.

"São alternativas que, isoladamente, podem ser peregrinas, mas que, em conjunto, marcam a busca de um novo modelo de sociedade", disse o professor. Será possível que essa juventude supostamente acomodada e refratária à utopia seja a chamada a abrir novos caminhos?

José Luis Barbería

Professor: hora de recarregar a bateria

Por Içami Tiba
A educação escolar no Brasil ficou muito tempo em torno do seu próprio umbigo, sem se dar conta do quanto ela estava se tornando obsoleta em relação ao mercado de trabalho e ao mundo.

Dizem que é errando que se aprende. Mas a educação errou tanto e por tanto tempo e não aprendeu. Isso porque simplesmente manteve o erro em vez de corrigi-lo. A passividade do continuísmo do insatisfatório levou o Brasil ao que estamos reduzidos hoje: somos um dos últimos classificados do mundo no ranking da educação escolar, apesar de o nosso PIB estar entre as dez maiores do mundo.

Numa simples leitura, o Brasil está mais rico do que educado. Mas existe a grande massa da população que é pobre e sem a educação formal que a capacite ao trabalho mais elaborado que o braçal. Essa massa tem cinco filhos por família, gerando mais pobreza e mais exclusão, enquanto os que ganham mais de cinco salários mínimos têm um ou dois filhos por família, ou seja, acabam concentrando a riqueza.

Ultimamente os professores têm sido responsabilizados pelos pais para educarem os seus filhos, numa sobrecarga que não lhes compete. Cobra-se também uma educação perfeita, sem o mínimo de material necessário de formação atualizada, de valorização pessoal, de salário compatível com a sua importância na construção de uma sociedade saudável. Há muitas verdadeiras madres Terezas da educação nos grotões e bolsões de pobreza. Até lápis elas quebram ao meio para que mais alunos possam ao menos aprender a escrever...

Ninguém quer ser professor, muitos querem ser políticos. Até mesmo os "caçados" não abandonam a política, enquanto professores competentes abandonam suas carreiras para poderem sobreviver financeiramente.

Férias escolares

A noite de melatonina é necessária para combater o estressante dia do cortisol. As férias são necessárias para as jornadas de trabalho. E as de julho já batem nas portas dos professores. O meu maior desejo é que cada professor tivesse as férias dos seus sonhos, junto às pessoas queridas, com tudo pago, desde os preparativos até o álbum de recordações. Que descansassem as mentes com atividades lúdicas, culturais, baladas, festas, passeios, restaurantes, shows, e tudo mais que tivessem vontade na hora... Não custa sonhar, nem desejar o bem às pessoas que merecem.

Entretanto, as férias podem também ser usadas para complementação das atividades que não têm espaço no cotidiano letivo. Todos precisam nutrir seus corpos e mentes com exercícios fisiológicos e psicológicos, como andar, dormir, alimentação saudável, passear por parques, visitar museus, ir a cinemas e a teatros - tudo isso envolvendo principalmente os filhos no que for possível.

Praticar a filosofia de vida da ALTA PERFORMANCE: em tudo, fazer e pensar o melhor possível. Para a ação, usar os conhecimentos atualizados e, para o pensar, o seletor de pensamentos. Ninguém controla a fonte de pensamentos, mas é possível e desejável alimentar os melhores e deletar os que podem prejudicar outras pessoas e o nosso planeta. Todos querem fazer o melhor, mas nem todos o fazem por não estarem atualizados.

Como diz Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação, educacionista é a pessoa que acredita na educação como um dos pilares da recuperação do Brasil. Todos os professores poderiam nestas férias despertar o educacionismo profundamente adormecido dentro de si, ou até mesmo recuperá-lo do coma que entrou por tanto descaso que sofreu.

As férias são das aulas, mas a mente e o corpo não devem parar de aprender e de se movimentar nunca.

domingo, 28 de junho de 2009

DECRETO Nº 54.480, DE 25 DE JUNHO DE 2009 - Suspende o expediente nas repartições públicas estaduais



Suspende o expediente nas repartições públicas estaduais no dia que especifica e dá providências correlatas
JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,
Considerando que a suspensão do expediente nas repartições públicas estaduais no próximo dia 10 de julho se revela conveniente à Administração Estadual e ao servidor público; e
Considerando que o fechamento das repartições públicas estaduais deverá ocorrer sem redução das horas de trabalho semanal a que os servidores públicos estaduais estão obrigados nos termos da legislação vigente;
Decreta:
Artigo 1º - Fica suspenso o expediente nas repartições públicas estaduais no dia 10 de julho de 2009 - sexta-feira.
Artigo 2º - Em decorrência do disposto no artigo anterior, os servidores deverão compensar as horas não trabalhadas à razão de 1 (uma) hora diária, a partir de 29 de junho de 2009, observada a jornada de trabalho a que estiverem sujeitos.
§ 1º - Caberá ao superior hierárquico do servidor determinar a compensação, em relação a cada um, que se fará de acordo com o interesse e a peculiaridade do serviço.
§ 2º - A não compensação das horas de trabalho acarretará os descontos pertinentes ou, se for o caso, falta ao serviço correspondente ao dia sujeito à compensação.
Artigo 3º - As repartições públicas que prestam serviços essenciais e de interesse público, que tenham o funcionamento ininterrupto, terão expediente normal.
Artigo 4º - Caberá às autoridades competentes de cada Secretaria fiscalizar o cumprimento das disposições deste decreto.
Artigo 5º - Os dirigentes das Autarquias Estaduais e das Fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público poderão adequar o disposto neste decreto às entidades que dirigem.
Artigo 6º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

sábado, 27 de junho de 2009

Final de semana reflexivo

Amo este texto-música e ofereço a todos



Contrarios Letra
Padre Fabio Melo



Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
Precisou saber recomeçar

Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota o motivo para lutar
E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer

Que o verso tem reverso
Que o direito tem avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E que o ódio é uma forma tão estranha de amar

Que o perto tem distâncias
Que esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
E que o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.

Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar

Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer

SP terá concurso para professor a cada quatro anos


FÁBIO TAKAHASHI da Folha de S.Paulo

O governo de São Paulo decidiu tornar obrigatória a realização de concursos públicos para professor a cada quatro anos, no máximo. A ideia é evitar que o número de docentes temporários volte a subir, após o Executivo adotar medidas para redução do contingente.

Hoje, 40% dos professores da rede não são concursados (80 mil entre os 210 mil). A intenção da Secretaria da Educação é reduzir para 10%. Os concursos públicos periódicos são necessários, diz a pasta, para diminuir o atual patamar e, depois, mantê-lo no nível adequado.

O Estado entende que a situação atual prejudica a qualidade de ensino. Os temporários não passaram por seleção de ingresso e não têm estabilidade.

Na terça-feira, a Assembleia aprovou pacote de medidas do governador José Serra (PSDB) que poderá ajudar a reduzir a presença dos não concursados.

Um dos projetos aprovados prevê criação de 80 mil cargos públicos, primeiro passo para o concurso. Os postos serão utilizados para substituição de temporários. Ou seja, em números absolutos, a rede não terá grande variação no corpo docente.

Os deputados também aprovaram a criação de uma jornada de 12 horas semanais (a menor era de 24 horas). O objetivo é facilitar o preenchimento de aulas, com docentes efetivos, de disciplinas com baixa carga horária (como física).

"Com as medidas, em quatro anos devemos ter um nível adequado de temporários na rede", disse à Folha o secretário da Educação, Paulo Renato Souza. "Vamos estabelecer a periodicidade dos concursos para que a situação atual não volte."

De acordo com Paulo Renato, a medida será implementada por meio de decreto do governador, a ser publicado até a semana que vem.

A medida foi apoiada pela presidente da Apeoesp (sindicato dos professores), Maria Izabel Noronha. "Independente de quem estiver no governo, será obrigatória a abertura de concurso. É a medida mais importante para evitar a elevada proporção de temporários."

Atualmente, não há periodicidade definida para abertura de seleção. O último concurso público estadual para professores de 1ª a 4ª, por exemplo, ocorreu em 2005.

Apesar de concordar com a decisão do governo de fixar uma periodicidade para os concursos, a Apeoesp criticou algumas medidas do Executivo aprovadas pela Assembleia.
Uma delas é a prova para os atuais temporários. Quem for reprovado não poderá lecionar --ficará em atividade de apoio.

"Não há número suficiente de professores para colocar uma parte na biblioteca. E analisamos um possível desvio de função, que cabe contestação judicial", disse a presidente.

Segundo o secretário da Educação, a ideia é garantir qualidade do corpo docente. "Espero que o volume aprovado seja suficiente para a rede", disse.

Prefeitura de SP terá que aceitar diplomas de cursos a distância em concursos de magistério


Ana Okada Em São Paulo
Segundo decisão obtida pelo MP (Ministério Público) de São Paulo, a prefeitura da capital não poderá recusar ou negar a validade de certificados de cursos e programas a distância em concursos de professores para atribuição de turnos e de classes e aulas docentes. A liminar foi concedida em ação civil pública na última terça-feira (23) pelo promotor de justiça Saad Mazloum.

A ação impede que a prefeitura restrinja o preenchimento de cargos da carreira de magistério.Segundo o MP, o município só aceitava formação em cursos presenciais para docentes da educação infantil e dos primeiros anos do ensino fundamental.

De acordo com o promotor Mazloum, os atos administrativos são "ilegais, abusivos e inconstitucionais, pois ferem as disposições da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei federal n 9.394/96) e atentam contra os princípios constitucionais da legalidade, igualdade, acessibilidade aos cargos públicos, proporcionalidade e razoabilidade (sic)".

Discriminação
Mazloum diz ainda na ação que essa conduta "vem prejudicando milhares de pessoas que obtiveram os diplomas em cursos a distância, regularmente expedidos por instituições e centros de ensino".

As investigações da promotoria começaram em 2006. A base da ação foi uma representação que dizia que o município vinha praticando atos de discriminação contra professores cuja formação inicial tenha sido obtida através de cursos superiores a distância.

A ação prevê que a prefeitura não pode recusar ou negar a validade de diplomas e não pode impedir a posse de candidatos sob a alegação de que estes não obtiveram diploma em curso presencial. A multa diária por descumprimento da decisão é de R$ 100 mil e a prefeitura pode recorrer da decisão.

Concurso à vista
O governo de São Paulo decidiu tornar obrigatória a realização de concursos públicos para professor a cada quatro anos, no máximo. A ideia é evitar que o número de docentes temporários volte a subir, após o Executivo adotar medidas para redução do contingente.

Na rede estadual do Estado, segundo sua assessoria de imprensa, o diploma de ensino a distância é aceito em concuros, desde que seja reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação) e seja válido em território nacional.

ultimas da educação

ASSEGURADA ESTABILIDADE PARA 80 MIL PROFESSORES TEMPORÁRIOS

*Governo usa ampla maioria na Alesp para aprovar PLCs 19 e 20/2009
*Luta dos professores e da APEOESP altera projetos originais do governo
*Luta prossegue pelo reposição salarial de 27,5%, formação continuada e demais reivindicações

Agora é lei: o Projeto de Lei Complementar nº 19/2009, aprovado na noite de 23/06 na Assembleia Legislativa, regulamenta em definitivo a estabilidade para 80 mil professores admitidos em caráter temporário que ingressaram na rede estadual de ensino até o dia 1º de junho de 2007, data em que entrou em vigor a Lei 1010 que criou a SPPrev, sistema de previdência dos servidores estaduais. A inclusão destes milhares de professores temporários na SPPrev foi uma conquista da categoria que se mobilizou durante a tramitação do projeto de lei do governo estadual, que originalmente pretendia remeter estes profissionais para o regime geral da previdência, o INSS. Com a aprovação do PLC 19, esta estabilidade está regulamentada.

Além do PLC 19, que estabelece novas regras para a contratação de servidores temporários, o governo estadual utilizou sua ampla maioria na Assembleia Legislativa para aprovar também o projeto 20, que cria duas novas jornadas de trabalho, de 12 e 40 horas, e cargos para concursos públicos de docente na rede estadual de ensino. Durante sessão plenária, os deputados de oposição registraram seus votos contrários aos projetos, defendendo as reivindicações da categoria, que lotou a galeria e os corredores da Casa durante todo o processo de discussão e votação.

Mobilização denuncia ataques do governo

Desde o momento em que os projetos do governo foram anunciados, os professores mobilizaram-se denunciando que o PLC 19 institucionaliza a rotatividade dos professores (ao impor uma quarentena de 200 dias entre uma contratação e outra), precariza ainda mais os direitos dos novos temporários e não oferecia perspectiva de realização periódica de concursos para reduzir, a níveis aceitáveis, o elevadíssimo número de professores temporários na rede estadual de ensino: este quadro compromete a qualidade do ensino. Ao mesmo tempo, a Diretoria da APEOESP denunciou o PLC 20 por criar uma nova etapa no concurso público, após a prova inicial e apresentação de títulos, submetendo os aprovados a nova avaliação depois de um cursinho de quatro meses. A prova do concurso público já é suficiente para avaliar a capacidade do professor e a formação deve ser continuada, em serviço e no local de trabalho, durante toda a carreira.

O governo tinha pressa em aprovar os projetos e utilizou o regime de urgência para atropelar as comissões permanentes da Assembleia Legislativa. Com isso, pretendia impedir necessária discussão aprofundada das matérias. A pressão da categoria, organizada pela APEOESP, conseguiu assegurar realização de uma audiência pública ocorrida no dia 3 de junho, na qual a presidenta do Sindicato, professora Maria Izabel Azevedo Noronha, Bebel, reafirmou as posições da categoria e cobrou diretamente do secretário a instituição de concursos periódicos para dar solução ao problema dos temporários. Em resposta, o secretário comprometeu-se a editar decreto com este teor. A Secretaria da Educação reafirmou, na data de ontem, que o decreto será publicado nos próximos dias, estabelecendo concursos públicos no prazo máximo de quatro anos, ou em prazo inferior, dependendo da necessidade da rede. No próximo semestre, segundo a S.E., haverá concurso para 10 mil vagas.

Pressão da categoria garante ampliação no número de vagas

Mantendo a pressão sobre os parlamentares da base aliada e sobre o próprio governo, os professores conseguiram também que fosse alterada a duração do contrato temporário, de um para dois anos (combinando-se com a realização periódica dos concursos) e que fosse ampliado número de vagas para concurso, de 50 mil para 80 mil, conforme emenda proposta pelo deputado Roberto Felício.

Campanha salarial e educacional continua

Em todos os momentos deste processo, a categoria manteve-se em estado de mobilização permanente, com a realização de assembleias gerais em frente à Secretaria da Educação e, sobretudo, vigílias na Assembleia Legislativa. Também foram realizadas reuniões com a Secretaria da Educação. Na primeira delas, com presença do secretário, a Diretoria reafirmou as reivindicações, denunciou os problemas advindos dos projetos, entre eles, a rotatividade e a imposição de uma escolinha de formação, sobre a qual não há qualquer informação consistente. O Sindicato reforçou a necessidade de formação continuada a todos os profissionais da rede pública de ensino.

A pressão e a mobilização continuam pelo atendimento de todos os pontos da pauta da categoria, entre eles, 27,5% para repor as perdas acumuladas; garantia de 33% da jornada para atividade extraclasse; concurso público classificatório periódico em todos os níveis e disciplinas; novo Plano de Carreira; fim da superlotação das salas de aula; reajuste salarial para todos; incorporação de todas as gratificações, com extensão aos aposentados; fim da política de bônus e imediatas ações para prevenção à violência nas escolas. O Sindicato também fortalecerá a luta pelo reconhecimento social de toda a categoria.

APEOESP promove debate sobre ensino médio

Nesta sexta-feira, 26, a APEOESP promoverá debate sobre as propostas de reformulação do ensino médio apresentadas pelo Ministério da Educação.

O evento ocorrerá no Auditório Florestan Fernandes, a partir das 18 horas. Estão previstas as participações de Carlos Artexes Simões, coordenador geral do ensino médio do MEC, e de Francisco Cordão, relator da matéria no Conselho Nacional de Educação.

Mais uma vez, a APEOESP insere-se em uma importante discussão nacional, cujos resultados repercutirão também na rede de ensino estadual. O Sindicato pretende garantir um debate que possa contribuir com a matéria em discussão no CNE, assegurando um ensino médio que atenda aos interesses dos filhos e filhas da classe trabalhadora, usuários da escola pública, e a consequente capacitação contínua a todos os profissionais deste nível de ensino. Portanto, o evento é de suma importância.

Além da participação da Diretoria Plena, as subsedes da APEOESP poderão indicar um representante para a atividade. Para tanto, é preciso fazer inscrição previamente na Secretaria Geral da Sede Central até às 17 horas do dia 25 de junho, através do e-mail secgeral@apeoesp.org.br .

“O FUNDEB e o financiamento da educação pública no Estado de São Paulo”

Também na sexta-feira, 26, logo após o debate sobre o ensino médio, a APEOESP promoverá o lançamento da quarta edição do livro “O Fundeb e o financiamento da educação pública no Estado de São Paulo”.

O livro, elaborado pela APEOESP e pelo IBSA (Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada) traz análises detalhadas da legislação e das normas que regem o Fundeb. Além disso, revela os impactos financeiros do Fundo em todos os municípios de São Paulo. Trata-se de uma excelente ferramenta na luta em defesa dos investimentos na educação pública.

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Serviço
Dia 26 de Junho de 2009
Auditório Florestan Fernandes (Sede Central da APEOESP)
Das 18 às 20 horas: Debate sobre Reformulação do Ensino Médio
A partir das 20 horas: Lançamento do livro “O FUNDEB e o financiamento da educação pública no Estado de São Paulo”, 4ª edição

Orientações sobre a EJA

A publicação da Deliberação CEE 82/2009, que estabelece as diretrizes para os Cursos de Educação de Jovens e Adultos em nível do Ensino Fundamental e Médio, no “Diário Oficial” de quarta-feira, 17, gerou dúvidas. Algumas subsedes acionaram a APEOESP questionando o fato de alunos interessados em ingressar no curso de Educação de Jovens e Adultos (EJA) estarem sendo impedidos de se matricular por força da referida Deliberação.

A Secretaria de Legislação e Defesa do Associado informou que a referida deliberação ainda não foi homologada pela Secretaria da Educação, o que significa dizer que ainda não é norma que orientará este sistema de ensino. A APEOESP procurou a pasta para tratar o assunto. A S.E.E. informou que não houve qualquer orientação para que a deliberação fosse seguida.

Por estas razões, orientamos as subsedes que fiquem atentas ao problema e que se constatarem qualquer atitude de escolas ou da Diretoria de Ensino para impedir ou dificultar acesso de alunos aos cursos da EJA que informem a sede central, que fará denúncia na Secretaria da Educação.

O Departamento Jurídico da APEOESP já está orientado a estudar providências de ordem legal se houver homologação da Deliberação CEE 82/2009, porque não há uma norma nacional que amplia a idade para ingresso nos cursos. As diretrizes da EJA ainda são regulamentadas pelo Parecer 11/2000, que permite que o ingresso nos cursos se dê a partir dos 15 anos.

Não preciso comentar....

Minha homenagem


ao maior artista (compositor, cantor, bailarino, ator, ambientalista e etc)








terça-feira, 9 de junho de 2009

TODOS À ASSEMBLEIA DE 16 DE JUNHO! Governo quer apressar votação dos PLCs

Conforme informamos no Fax Urgente nº 32 , o governo pautou os Projetos de Lei Complementar nºs 19/2009 e 20/2009 no Colégio de Líderes da Assembléia Legislativa, indicando sua intenção de votar estes projetos o mais rápido possível.

Com esta providência, o governo quer agilizar os pareceres das comissões temáticas da ALESP que, conforme adiantou o presidente da Casa na audiência pública de 03/06, poderão se reunir no chamado “congresso de comissões”, pois os projetos estão tramitando em regime de urgência. Assim, eles ficarão em condições de serem votados no Plenário.

Isto reforça a necessidade de nos fazermos presentes de forma massiva na ALESP para pressionar os deputados a não aprovarem os projetos do governo e, no mínimo, garantir sua discussão. Há diversas emendas apresentadas por deputados da oposição e, inclusive, da base do governo, que alteram pontos substanciais dos dois projetos.

O governo alterou o PLC 19, assegurando a permanência dos atuais ACTs admitidos depois da vigência da Lei 1010/2007 por mais dois anos, após o corrente ano. Com a possibilidade mais uma contratação por 12 meses, estes professores têm a garantia de mais 3 anos e meio na rede. Mas, após isto, prevalecerá a carência de 200 dias; ou seja, virá o desligamento destes profissionais. Respondendo a questão formulada pela presidenta da APEOESP, o secretário Paulo Renato comprometeu-se na audiência pública com a edição de um decreto que asseguraria concursos públicos no mínimo a cada quatro anos, mas tal decreto ainda não foi publicado

Reunião com o secretário da Educação

A APEOESP solicitou em caráter de urgência uma reunião com o secretário da Educação para discutir nossas reivindicações e os PLCs 19 e 20, mas ainda não houve retorno deste pedido.

Pressão também nas regiões

Além de nos fazermos presentes na ALESP, percorrendo os gabinetes dos deputados e acompanhando a tramitação dos projetos, devemos também, neste feriado, procurar os deputados estaduais em suas regiões, apresentando a eles todos os graves problemas contidos nos dois PLCs.

Um modelo de carta a ser entregue aos deputados seguirá para as subsedes nesta terça-feira.
As subsedes devem, ainda, agendar um data para realizar panfletagens em praças públicas de uma carta aberta – em elaboração – que denuncia os prejuízos que os projetos do governo trazem aos professores e à qualidade do ensino. Devem também solicitar apoio nas Câmaras Municipais para a nossa luta contra estes PLCs e pelas nossas reivindicações.

Nossa campanha salarial e profissional continua

Somente a nossa luta poderá assegurar os direitos da nossa categoria, não só no que se refere aos ataques que estão sendo feitos aos temporários, mas também a nossas reivindicações salariais, profissionais e educacionais.

Estamos lutando pela incorporação das gratificações e sua extensão aos aposentados; por um reajuste de 27,5%, que reponha nossas perdas desde 1998. Queremos a aplicação da lei do piso salarial profissional nacional, que estabelece 1/3 da jornada de trabalho para atividades extraclasse. Queremos formação continuada no próprio local de trabalho e tantas outras questões que interessam ao conjunto da nossa categoria.

Matéria paga

A APEOESP veiculará matéria paga no intervalo do “Jornal da Globo” na próxima segunda-feira, 15, convocando os professores para a assembleia estadual do dia 16. Também será amplamente divulgado para os meios de comunicação texto da APEOESP sobre os PLCs 19 e 20 e a situação da rede estadual de ensino.

Manifesto de apoio

A APEOESP buscará o apoio de artistas e intelectuais para a luta pelo reconhecimento social da nossa categoria e contra as medidas que o governo estadual vem adotando, que significam, na realidade, jogar sobre as costas dos professores a responsabilidade pelos problemas que afetam a escola pública, mas que são decorrência de políticas educacionais fragmentárias e não condizentes com os anseios e necessidades da população. Para tanto, está sendo elaborado manifesto com este conteúdo que será aberto à adesão destas personalidades.

Todos à Assembleia de 16 de junho na ALESP!

É fundamental que o nosso movimento mostre ao governo que estamos unidos e mobilizados para impedir o aprofundamento dos ataques aos nossos direitos e à escola pública. Precisamos realizar uma grande assembleia no dia 16 de junho, às 14 horas, na Assembleia Legislativa. As subsedes devem, desde já, organizar os professores, da ativa e aposentados, para comparecerem à assembleia, para que possamos deliberar os próximos passos da nossa luta.

Vamos reforçar nossa participação na CONAE

Estão sendo realizadas as Conferências Municipais de Educação, preparatórias às conferências intermunicipais, Estadual e Nacional de Educação – CONAE, que deverá discutir o Plano Nacional de Educação e traçar caminhos para a construção do Sistema Nacional Articulado de Educação.
Entretanto, a Secretaria Estadual da Educação não tem apoiado esta iniciativa nacional, não considerando a participação dos professores nestes eventos para efeitos de abono de ponto. Esta postura da S.E.E. desconsidera que estas atividades possuem, também, um caráter de formação, uma vez que coloca os professores em contato com as grandes questões pedagógicas e educacionais do estado e do país.

Considerando a extrema importância da Conferência Nacional de Educação e de suas etapas municipais e intermunicipais, orientamos todas as subsedes a trabalhar no sentido de organizar a mais ampla participação possível dos professores da rede estadual de ensino nestes eventos.
Caravanas das subsedes à ALESP


PLANTÕES NA ALESP –

3ª FEIRA

4ª FEIRA

5ª FEIRA

Araraquara

Assis

Americana

Atibaia

Avaré

Amparo

Bragança Paulista

Baixada Santista

Andradina

Caraguatatuba

Barretos

Araçatuba

Casa Branca

Bauru

Araras

Catanduva

Bebedouro

Campinas

Cruzeiro

Botucatu

Cotia

Diadema

Carapicuíba

Guarulhos

Fernandópolis

Dracena

Indaiatuba

Franco da Rocha

Franca

Itapetininga

Guaratinguetá

Itapevi

Itapeva

Jacareí

Itaquaquecetuba

Jundiaí

Jales

Itaquera

Lapa

Lorena

Jaboticabal

Limeira

Mauá

Jaú

Lins

Norte

Leste Penha

Mogi Mirim

Olímpia

Litoral Sul

Osasco

Pindamonhangaba

Marília

Penápolis

Pirassununga

Mogi das Cruzes

Pereira Barreto

S.J. Boa Vista

Orlândia

Piracicaba

S.J. Rio Preto

Oswaldo Cruz

Poá

São Bernardo do Campo

Ourinhos

Ribeirão Pires

São José dos Campos

Piraju

Rio Claro

Santo Amaro

Pres. Venceslau

Salto

São Carlos

Pres. Prudente

Santo André

Taboão da Serra

Ribeirão Preto

São Caetano

Tatuapé

São Miguel

São Roque

Taubaté

Sudeste

Sorocaba

Tupã

Teodoro Sampaio

Sudoeste

Vila Prudente

Vale do Ribeira

Sumaré

Votuporanga

Caçapava

Suzano

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ti lindo que ganheiiiiiiiiiiiiiii







lindasssssssssssss, vou ir atualizando aos poucos. Agradeço de coração a todos os presentinhos e vou postando devagarinho pq ando atolada de coisas e com varios bloguinhos pra entregar, beijoks

URGENTE! Governo pauta PLCs 19 e 20 no Colégio de Líderes da ALESP

Vamos ocupar a Assembleia Legislativa nesta terça-feira!

APEOESP convoca todos os professores, da ativa e aposentados, a comparecerem à Assembleia Legislativa (Alesp) nesta terça-feira, 09 de junho, a partir das 11 horas, com o objetivo de pressionar os parlamentares a não aprovarem os Projetos de Lei Complementar 19 e 20, conforme orientação do governo estadual.

Nesta sexta-feira, a APEOESP obteve informação de que a liderança do governo na Alesp colocou os PLCs 19 e 20/2009 na pauta da reunião do Colégio de Líderes que ocorre na terça-feira. Esta ação indica a intenção do governo de votar os projetos nos próximos dias. Ou seja, a Presidência da Alesp pode, a partir da reunião do Colégio de Líderes, convocar reuniões dos Congressos de Comissões, que reúnem todos os deputados que compõem as comissões pertinentes a cada projeto para examiná-los e emitir pareceres. Tomada esta providência os projetos podem, finalmente, entrar na ordem do dia do Plenário para votação, após o tempo regimental de discussão.

Portanto, visando garantir direitos de todos os professores, é de suma importância a realização de uma grande pressão sobre os parlamentares para que não acatem as determinações do governo. No Fax Urgente 27, relacionamos as principais emendas apresentadas, em sua maioria, por deputados de oposição.

Vamos ocupar todos os espaços da Alesp, percorrendo os gabinetes e conversando com cada deputado, em defesa dos direitos da categoria.

Nesta segunda-feira, as subsedes receberão novas orientações sobre a organização das caravanas.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Os professores e funcionários da rede estadual de São Paulo votaram, nesta quarta-feira (3), pelo fim da paralisação das atividades iniciada hoje. A reunião ocorreu no estacionamento da Assembleia Legislativa de São Paulo. Os docentes permanecerão em estado "pré-greve", com indicativo de nova assembleia para o dia 16 de junho, informou a assessoria de imprensa da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo). O sindicato não divulgou um balanço da adesão à greve desta quarta. Já a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo publicou nota afirmando que a paralisação de professores da rede não teve adesão no Estado. "Os professores mostraram maturidade, pois não há motivo para fazer greve e prejudicar, principalmente, as crianças, que seriam as principais afetadas pelo movimento", afirmou no documento à imprensa o secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza. O sindicato estimou, ao final desta quarta, que 5 mil docentes ficaram reunidos na Assembleia Legislativa do Estado. De acordo com a assessoria de imprensa da Assembleia Legislativa, cerca de 1,5 mil professores estiveram no entorno da casa, além dos docentes que lotaram as galerias do plenário Juscelino Kubitschek. Teve início, às 15h, uma audiência pública para debater dois projetos de lei complementar, do Executivo, que tramitam na Assembleia e tratam de questões relacionadas aos servidores da Secretaria Estadual da Educação: os projetos de Lei 19 e 20, que instituem novas regras para a contratação de professores e apresenta a criação de duas novas jornadas de trabalho.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Grande achado

Durante a navegação profunda, encontrei esta página que disponibiliza muitos filmes antigos e achei que o melhor é partilhá-la
bjks


FILMES ANTIGOS (é só clicar e encontrar as raridades)

O sorvete


Certa vez levei meu filho de seis anos a um restaurante.
Ele perguntou se podia dar Graças.
Quando concordei, ele disse:
- Deus é bom. Deus é maravilhoso. Obrigado pela comida. Eu ficarei ainda mais agradecido se mamãe me der sorvete como sobremesa.
E liberdade e justiça para todos! Amém!

Junto com as risadas dos outros clientes, escutei uma mulher comentar:

- É isso que está errado com este país: As crianças de hoje não sabem nem rezar. Pedir sorvete a Deus? Eu nunca vi isso!

Escutando isso, meu filho banhou-se em lágrimas e me perguntou:
- Eu fiz uma coisa errada? Deus está zangado comigo?
Enquanto eu o abraçava, assegurava-lhe que ele havia feito uma oração maravilhosa, e que Deus, com toda certeza, não estava zangado com ele.

Um cavalheiro mais idoso aproximou-se da mesa, deu uma piscada para meu filho e disse:
- Eu fiquei sabendo que Deus achou que foi uma grande oração.
- Mesmo? - Perguntou meu filho.
- Dou a minha palavra - o homem respondeu. Então num sussurro teatral ele acrescentou
(indicando a mulher cujo comentário havia desencadeado aquelas lágrimas):
- Que pena que ela nunca tenha pedido sorvete a Deus. Às vezes, um pouco de sorvete faz bem à alma.

Naturalmente, eu comprei sorvete para meu filho, no fim da refeição. Ele olhou fixamente para o seu, por um momento, e então, fez algo do qual me lembrarei para o resto de minha vida:

Pegou o seu sundae e, sem uma palavra, caminhou na direção da mulher,
e o colocou em frente a ela. Sorrindo, disse-lhe:
- Olha, este sorvete é para você! Sorvete às vezes é bom para a alma e a minha já está bastante boa.

A inocência é um dos presentes mais preciosos que Deus nos deu.
Não deixe que a sua se perca pelo caminho.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Novo blog no ar

Em breve estará boiando na net a página da Apeoesp Itaqua. Estamos fazendo os ultimos ajustes. Visite

http://apeoespitaqua.blogspot.com/

gabarito das provas do Processo Seletivo de Professor Coordenador realizadas em 31/05/2009


Comunicado da Dirigente Regional de Ensino, de 01/06/2009

A Dirigente Regional de Ensino da Diretoria de Ensino – Região de Itaquaquecetuba, conforme edital publicado em DOE de 16/04/2009, torna público o gabarito das provas do Processo Seletivo de Professor Coordenador realizadas em 31/05/2009 na E.E. Homero Fernando Milano, conforme segue:

Prova do Processo Seletivo de Professor Coordenador do Ciclo I – Ensino Fundamental:

1 – D 6 - C 11 – D 16 - C

2 – A 7 - C 12 – B 17 - A

3 – C 8 - A 13 – C 18 - D

4 – B 9 – D 14 – D 19 - C

5 – D 10 – B 15 – A 20 - B

Prova do Processo Seletivo de Professor Coordenador do Ciclo II – Ensino Fundamental e Ensino Médio:

1 – C 6 - A 11 – D 16 - D

2 – A 7 - B 12 – C 17 - A

3 – B 8 - D 13 – C 18 - A

4 – B 9 – C 14 – A 19 - B

5 – C 10 – B 15 – C 20 - C