quarta-feira, 24 de março de 2010

Chantagem, mordaça, batalhão de choque.... não é novela mexicana não

 é o governo do Estado de São Paulo trabalhando por você.........

Secretaria da Educação de SP descarta acordo com professores em greve


Colaboração para a Folha Online
Em nota divulgada na tarde desta quarta-feira, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo descartou negociação com os professores da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo). A categoria está em greve desde o dia 8.
A secretaria também declarou que repudia a manifestação que os professores realizaram hoje durante a inauguração de um centro de saúde, onde estava presente o governador José Serra. Durante o ato de protesto, a polícia prendeu quatro professores após conflito com a tropa de choque.
De acordo com a secretaria, as agressões cometidas pelos sindicalistas mostram um caráter autoritário e motivação política e eleitoral. "Trata-se de uma ínfima minoria de radicais, pois a quase totalidade dos professores da rede estadual não aderiu a uma tentativa de greve", diz a nota.
A Secretaria da Educação reforçou que não vai mudar nenhum dos programas combatidos pelos sindicalistas.
Segundo a Apeosp, os professores detidos foram liberados pela polícia por volta das 18h. Foi elaborado o boletim de ocorrência na Delegacia de Franco da Rocha e os professores irão passar por exame de corpo de delito.
Conflito
A Polícia Militar prendeu quatro professores da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo) após conflito durante a inauguração de um centro de saúde em Franco da Rocha (Grande SP), na tarde desta quarta-feira. A categoria, que está em greve desde o dia 8 de março, compareceu ao local para tentar negociar com o governador José Serra a abertura de um acordo. A obra foi inaugurada, apesar de não estar concluída.
A professora Mara Cristina de Almeida, diretora da Apeoesp, estava presente na manifestação e relatou que a Tropa de Choque impediu os manifestantes de participar do evento e se aproximar do governador. Cerca de 60 professores compareceram à inauguração.
Segundo Almeida, os professores começaram a gritar em repúdio. Os policiais agrediram os manifestantes com golpes de cassetete e jogaram spray de pimenta contra eles. Um professor teve ferimentos leves. Quatro pessoas foram detidas e encaminhadas para a Delegacia de Franco da Rocha.
A diretora da Apeoesp informou que, até as 16h30, os professores estavam na delegacia aguardando a chegada do advogado da associação para elaborar o boletim de ocorrência.
Segundo a assessoria de imprensa do governador, Serra não citou os professores e a greve no discurso realizado no evento.
Ele declarou na semana passada que o movimento grevista dos professores do Estado é apenas "marketing" e não está prejudicando as atividades na maioria das escolas.

24/03/2010 - 16h33

PM prende professores que protestavam contra Serra

A Polícia Militar prendeu hoje três professores da rede estadual de ensino que integravam um grupo de cerca de 30 docentes que protestava durante inauguração do Centro de Atenção à Saúde Mental, em Franco da Rocha (SP). O centro foi inaugurado pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Participaram da ação de hoje cerca de 40 soldados da PM e integrantes da Força Tática, de acordo com o comandante do 26º Batalhão da PM, José Carlos de Campos Júnior.
Os professores reivindicam reajuste salarial de 34,3% e a categoria está em greve desde o dia 8 de março. O imbróglio teve início quando policiais tentavam conter a manifestação. Houve resistência por parte dos professores e a polícia usou cassetetes e gás de pimenta para dispersar os manifestantes. O comandante Campos Júnior informou que após o incidente ocorrido em Francisco Morato, na semana passada, quando os grevistas chegaram a atirar ovo no carro oficial do governador, a PM foi "mais preparada" para a manifestação de hoje.
"Pedimos que não usassem apito, porque esta é uma área hospitalar, mas algumas pessoas estavam incitando os demais", afirmou, referindo-se aos três professores presos. O comandante frisou que não houve orientação para que os policiais reprimissem o ato com violência.
Enquanto o incidente se desenrolava, Serra discursava em palanque montado no Hospital Psiquiátrico do Juqueri, tradicional unidade clínica de Franco da Rocha. O tucano falava sobre as realizações de seu governo para a região, como a inauguração do próprio Centro de Atenção e de estações de trem.
Ao final do discurso, o governador fez comentários sobre as obras, mas não quis falar sobre o incidente. Os três manifestantes presos foram levados à delegacia de Franco da Rocha e poderão ser indiciados por desacato à autoridade e perturbação da ordem.
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24/03/2010 - 19h51

Para Secretaria da Educação, professores detidos agiram com "truculência" e "violência

Da Redação  Em São Paulo
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo emitiu nota, no fim da tarde desta quarta-feira (24), na qual diz que "deplora a truculência e a violência de ativistas sindicais", detidos durante a inauguração do Centro de Atenção à Saúde Mental, em Franco da Rocha (SP).
  • Escolas são orientadas por diretoria de ensino a se calarem sobre greve
  • Sua escola está em greve? Conte para nós
  • Veja a íntegra abaixo: "A Secretaria de Estado da Educação deplora a truculência e a violência de ativistas sindicais que desrespeitaram até mesmo um ambiente hospitalar, onde cidadãos recebiam atendimento médico. Em Franco da Rocha, na inauguração de um grande centro de atendimento psiquiátrico, havia cerca de 400 pessoas, e somente uns dez ou quinze ativistas políticos da Apeoesp fazendo campanha eleitoral antecipada e tentando criar incidentes que repercutissem na imprensa. As agressões cometidas pelos ativistas mostram seu caráter autoritário, sua incapacidade de conviver num ambiente democrático e sua motivação política e eleitoral. Felizmente, trata-se de uma ínfima minoria de radicais, pois a quase totalidade dos professores da rede estadual não aderiu a uma tentativa de greve que é uma declaração de guerra contra os programas que estão melhorando a educação de São Paulo, como a promoção salarial de 25% mediante concurso, a lei que acabou com a possibilidade de faltar dia sim, dia não, e a criação da Escola Paulista de Professores, com a abertura de concurso para dez mil novas vagas. Sem apoio entre os professores, os ativistas se dedicam a provocações como a realizada hoje e a atos de profundo desrespeito a milhões de pessoas, como a interrupção do trânsito na Avenida Paulista, destinada a castigar as pessoas que estão no trânsito e prejudicar o acesso a mais de 20 hospitais da região. A Secretaria da Educação não vai mudar nenhum dos programas combatidos pelos sindicalistas, e que já estão fazendo a educação de São Paulo melhorar, como mostraram as últimas avaliações." O incidente Os professores reivindicam reajuste salarial de 34,3% e a categoria está em greve desde o dia 8 de março. A confusão desta quarta teve início quando policiais tentavam conter a manifestação dos professores. Houve resistência por parte dos docentes e a polícia usou cassetetes e gás de pimenta para dispersar os manifestantes. O comandante Campos Júnior informou que após o incidente ocorrido em Francisco Morato, na semana passada, quando os grevistas chegaram a atirar um ovo no carro oficial do governador, a PM foi "mais preparada" para a manifestação de hoje. "Pedimos que não usassem apito, porque esta é uma área hospitalar, mas algumas pessoas estavam incitando os demais", afirmou, referindo-se aos três professores presos. O comandante frisou que não houve orientação para que os policiais reprimissem o ato com violência. Enquanto o incidente se desenrolava, Serra discursava em palanque montado no Hospital Psiquiátrico do Juqueri, tradicional unidade clínica de Franco da Rocha. Ao final do discurso, o governador fez comentários sobre as obras, mas não quis falar sobre o incidente. Os três manifestantes presos foram levados à delegacia de Franco da Rocha e poderão ser indiciados por desacato à autoridade e perturbação da ordem. * Com informações da Agência Estado

    24/03/2010

    Sua escola foi orientada a se calar sobre a greve?

    Pelo menos 77 escolas estaduais da zona leste de São Paulo foram orientadas a não dar informações para a imprensa sobre a greve dos professores. A iniciativa partiu da Diretoria de Ensino da Região Leste 3, em comunicado enviado por e-mail aos diretores das escolas no início do mês. A região leste 3 compreende os distritos de Cidade Tiradentes, Guaianases, Iguatemi, José Bonifácio, Lajeado e São Rafael. No texto, a diretoria afirma que, por causa da paralisação, que teve início no dia 8, "a imprensa está entrando em contato diretamente com as escolas solicitando dados e entrevista." E pede: "Solicitamos ao diretor de escola para não atender a esta solicitação." O comunicado ainda orienta como proceder em relação ao envio de informações sobre a greve para o governo, detalhando dias e turnos em que os professores estiveram ausentes. Em nota divulgada ontem, o governo afirmou que a orientação da diretoria regional "é para que os pedidos de jornalistas às escolas sejam encaminhados à assessoria de imprensa da Secretaria da Educação". Para a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), a medida "fere a liberdade de expressão". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Você já tomou conhecimento de algum recomendação desse tipo na sua escola?  Escolas de SP são orientadas por diretoria de ensino a se calarem sobre greve Minha vez............. Como a população ainda acredita em um despota desse? Hoje o vi na TV dizendo que há dois professores em salas de primeiro ano....... onde? Os projetos sociais elaborados no governo Sarney, estão se fazendo de donos........... A greve pegou e ele continua dizendo que não existe........... Ah! Em relação ao bônus descobrimos hoje que quanto mais relapso você for no serviço público, maior sua remuneração. Conheço duas pessoas que enrolam o tempo todo, não cumprem nem com seus horarios, muito menos com suas obrigações e ganharam valores bem maiores que o meu....... Que mérito é esse???????

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