sexta-feira, 16 de março de 2012

Professores fazem manifestação próximo à sede do governo de SP

16/03/2012 - 14h20

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Professores da rede pública se reúnem próximo ao Palácio dos Bandeirantes, na zona oeste de São Paulo, na tarde desta sexta-feira. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de tráfego), eles estão concentrados na praça Roberto Gomes Pedrosa.
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Está marcada para acontecer agora, às 14h, uma assembleia organizada pela Apeoesp (sindicato dos professores), em frente ao Palácio dos Bandeirantes. A manifestação pretende decidir quais serão os próximos passos da paralisação dos professores, que ocorre desde quarta-feira (14).
Os manifestantes começaram a se aglomerar na região por volta das 11h30. Eles ocuparam a calçada da avenida Morumbi com a avenida Padre Lebret e o entorno da praça do Crepúsculo, mas não chegaram a interferir no trânsido, segundo a CET.
Os professores de escolas públicas municipais e estaduais do interior do Estado viajaram à capital viajaram para comparecer no local.

Joel Silva/Folhapress
Professores fazem manifestação na zona sul de São Paulo para reivindicar a implementação da Lei do Piso
Professores fazem manifestação na zona sul de São Paulo para reivindicar a implementação da Lei do Piso
A categoria reivindica a implementação da Lei do Piso, que prevê, de acordo com a Apeoesp (sindicato dos professores), remuneração mínima de R$ 1.451 e limite máximo de dois terços da carga horária cumprida dentro da sala de aula.
Segundo Mauro Inácio, coordenador da subsede de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) da Apeoesp, o Estado de São Paulo cumpre a remuneração mínima, mas não respeita o limite de trabalho em sala.
A Secretaria da Educação afirmou, por meio de nota divulgada, que cumpre integralmente a Lei do Piso.

Em tempo: A Secretaria mente quando alega que esta cumprindo a Lei. Se estivesse, com certeza a categoria não precisaria ir as ruas.
To aqui de molho em casa (dodói), mas estou rezando por meus companheiros, pois a truculência deste governo é sempre descabida em relação a trabalhadores e pessoas simples. 

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